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   > A DESCOBERTA DO AMOR



Marcial Salaverry
      CRôNICAS

A DESCOBERTA DO AMOR


A DESCOBERTA DO AMOR
Marcial Salaverry Algo que muito que se ouve falar, é sobre a dificuldade em se identificar quando o amor surge em nossa vida. Apesar dos sinais serem iniludíveis, nem sempre conseguimos identificar como sendo essa coisa chamada amor que nos atingiu, e muitas vezes o deixamos escapar, apenas por não o termos identificado.Vamos tentar descobrir tais sinais, para não perde-lo na próxima oportunidade que pintar no pedaço.O amor chega com uma força tal, que parece não caber no peito. É algo desconhecido ainda para nós, pois cada amor surge de uma maneira diferente. Vem impetuoso fazendo-nos sentir uma certa sensação de ternura, de carinho para com todos, um estranho desejo de abraçar o mundo, principalmente o nosso mundo, ou seja, o objeto de nosso amor. É uma sensação ao mesmo tempo apaixonante e delirante, que sentimos ao lado de um certo alguém... Ainda não o identificamos, mas é um dos sintomas de que fomos inoculados por esse vírus.Muitas vezes, por razões inexplicáveis, recusamo-nos a aceita-lo, ou mesmo sequer a identifica-lo. Por desconhecermos tal sentir, muitas vezes o negamos ao sermos questionados. “Apaixonado, eu? Jamais. Isso é babaquice. Não existe”. Babaquice ou não, estamos fisgados.Podemos guardar em segredo. Podemos não querer admitir. Mas quanto maior for a demora para aceitar o fato e render-se às evidências, maior será o risco de o perdermos.É um sentimento forte. Uma estranha compulsão que nos faz procurar a presença dessa pessoa. Uma espécie de química que faz a fusão de dois corações, e a confusão de duas cabeças. Parece coisa tramada em outro plano, para a qual não existe explicação plausível.Quando os olhares se cruzam, é como se houvesse uma corrente imantada atraindo um para ao outro. Ao sentirmos essas reações, não há menor sombra de dúvida. Estamos apaixonados, dando mais uma vez razão á célebre frase: “O coração tem razões que a própria razão desconhece”.

São detalhes que vem da alma, e começam a sair através dos poros de nossa pele. Uma estranha sensação de alegria interior quando percebemos sua presença, e uma estranha angústia oprimindo nosso peito se a sentimos longe.

O amor produz em nosso organismo uma estranha necessidade de carinho. Dá-lo e recebe-lo.Transformamo-nos em “carinhólatras”, em dependentes do amor. Esse estranho vício que domina nossa mente, e com as naturais seqüelas que essa dependência produz, ou seja, paixão, desejo, fazendo-nos sentir necessidade de beijos, uma overdose de beijos.Quanto maior for a temperatura dessa febre, melhor estará nosso organismo, e mais bem dispostos estaremos para a vida, para tudo. Se não estivermos fisicamente juntos, sentiremos sua presença, por mais distante que esteja. É muito estranha essa capacidade do amor, de encurtar e fazer desaparecer a distância, por maior que ela seja.Saberemos sentir as caricias que seu toque mesmo distante produz, pois já descobrimos que estamos amando. Descobrimos que todas aquelas sensações eram apenas esse sentimento estranho chamado AMOR. E que ele seja bem-vindo. É importante que o saibamos identificar, para não o deixarmos escapar, pois o amor poderá nos propiciar prazeres nunca antes sentidos, que certamente trarão um colorido especial para nossa vida. Certamente também poderá causar alguma dor. Mas dependerá apenas de como o tratarmos. Se o tratarmos bem, conheceremos seu lado bom, mas se o maltratarmos...Vamos então saber identificar essa coisa chamada amor? E vamos ter UM LINDO DIA.   

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