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   > A FACE OCULTA DA MULHER NA EDUCAÇÃO



Marlos Mello
      ENSAIOS

A FACE OCULTA DA MULHER NA EDUCAÇÃO

A educação da mulher, historicamente, foi permeada pelo preconceito. No Brasil colônia, a educação formal era privilégio dos meninos, enquanto às meninas eram ensinadas a costurar, a bordar e outras lidas domésticas, já que isto bastaria ao governo de suas casas. Ou, ainda, eram mandadas para conventos na Europa.

            Somente com a chegada da coroa portuguesa ao país ocorreram mudanças significativas na educação da mulher. Esse período iniciou com o surgimento de anúncios à procura de preceptoras, ou melhor, cuidadoras, dos filhos dos patriarcas. Nesse contexto social criam-se as instituições voltadas para a instrução feminina.

            Dessa forma, as mulheres, começaram a aprender a cantar, idiomas, música, arte, ou seja, atividades que eram levadas em conta no mercado de trabalho em ascensão. No entanto, os professores, em geral, ainda eram homens, mesmo as mulheres passando a serem professoras a partir de meados do século XIX, os homens continuaram a administrar as escolas.

            Esse ingresso das mulheres como professoras nas escolas foi muito conturbado e difícil, nem todos os homens aceitavam, pois a mulher era vista como despreparada para assumir a educação das crianças. Entretanto, a docência ampliou a função feminina na sociedade e, talvez, tenha surgido na educação à oportunidade das mulheres se libertarem e assumirem, verdadeiramente, um papel fundamental na sociedade.

Ao longo dos anos os currículos mudaram e as professoras se afirmaram na profissão. Atualmente, as mulheres, ocupam os cargos de maior influencia nos governos, tanto no legislativo, como no executivo e também no judiciário. O que antes era voltado apenas às lidas de casa, voltou-se as ciências e hoje a gerência. Os conteúdos de sala de aula são os mesmos para ambos os gêneros, porém a forma com que estes assuntos são trabalhados ainda pode ser considerada fonte de preconceito.

No entanto, não podemos nos enganar, embora as mulheres tenham se libertado das “amarras sociais” o preconceito de gênero não deixou de existir. Nesse quadro de equilibro as mulheres já conquistaram muitos espaços e assumiram uma postura importante frente às discriminações, mas não pode parar por ai, pois é preciso avançar cada vez mais na luta por uma justiça social.        



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