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Literatura Paranaense - Provocações Provocações

Teve alguém que disse: “Ou o poeta mata o soneto ou o soneto acaba com a poesia”. E não foi com tal radicalismo que se chegou ao bom poema de nossos dias. Vivem e convivem: quadras, sonetos, sextilhas, trovas, décimas, poesias livres e sem rimas, haicai... Só o féretro da antipoesia deve passar sem o acompanhamento de leitores. A arte é da vanguarda porque rompe o entrave de regimes e ideologias, e o Modernismo é um movimento de vanguarda, por excelência. Aos escritores, artistas e poetas cabe a responsabilidade de guiar os povos, restaurando valores, porque o entulho destrói a sociedade e, isto tem muita importância num mundo aético, de valores invertidos, espalhando e espelhando formas de anticultura. Já virou modismo representar a miséria e, dói-nos dizer, chegam a... (leia mais)

Carlos Zatti




Aos dez anos

O irmão chegou com uma novidade: se ela colocasse um fio de cabelo dentro de um vidro cheio d’água e tampasse bem tampado, ele se transformaria em uma cobra. - Mas tem que ser com a raiz, disse. Porque ela é que vai ser a cabeça da cobra. E tem mais – não pode ficar dentro de casa. Tem que ficar no chão, perto da terra. Arrancou o fio de cabelo mais comprido que encontrou, com raiz e tudo. Colocou num vidro, tampou bem tampado, colocou no chão embaixo de uma mangueira e ficou esperando. - Já tem três dias e não tô vendo nada mudar... - Calma, né? - Quem disse pra você que cabelo vira cobra? - O Betinho. Ele disse que a vó dele disse que um irmão dela fez isso e virou cobra. - Ah!... Outros tantos dias,... (leia mais)

Isis Berlinck Renault




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   > Luis Garcia

  AUTOR  
 
Luis Garcia

A escrita tem sido uma paixão constante, desde a poesia, em que se estreou em 1989, como autor na colectânea “Poetas do Nosso Tempo” em Braga, à prosa em que se deu a conhecer com o 2º Prémio na categoria de Conto, no Concurso Literário Emília Cruz, em Tomar, ainda no ano de 1989.

Ainda na década de 90 participou nas colectâneas de poesia “Poetas do Nosso Tempo II” novamente em Braga e “Individualismo e Solidariedade Hoje” em Amora. Colaborou ainda, durante este período, com o Suplemento de Poesia do Jornal Correio da Manhã.

Premiado em diversos concursos literários nas categorias de Prosa e Poesia entre 1989 e 2009, publica o primeiro livro de ficção em 2008, “A lenda contada de uma vida escondida”, uma história acerca de mãos que trabalham a madeira, mãos que trabalham o coração, mãos que magoam, mãos que separam e mãos que não se souberam reencontrar.

Em 2009 edita o segundo livro, um conjunto de contos com o título “Conta-me coisas”, porque todos temos uma história para contar, aquela que sonhámos, a que gostaríamos de ter vivido ou até aquela que fingimos viver.

Tem prosa e poesia publicadas em Revistas Culturais em Portugal, Espanha, Brasil e Colômbia. Ainda em 2009 é seleccionado para uma colectânea de poesia no Concurso Literário Internacional de Montevideu no Uruguai e lança dois livros de poesia, “Erros e outras ficções” e “O horizonte do beijo”.

Publica em 2010 “O encenador de vidas”,  um romance em que o tempo é o verdadeiro herói, e “Poesias em construção”. Ainda em 2010 é seleccionado para uma colectânea de poesia no Brasil.