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A DIMENSÃO QUE NÃO TERMINA

Um Preâmbulo Em Uberaba, centenária cidade do Triângulo, o primeiro número de Dimensão vinha a lume em Julho de 1980. “Uma simples revista de poesia”, escreveu então seu editor. O futuro se encarregaria de desmentir o título do primeiro editorial, porém se manteria constante através dos anos o propósito do novo periódico. “E´esse, apenas esse, o compromisso desta revista, mais uma entre tantas, mortas, existentes ou ainda por existir: efetivo compromisso com a qualidade da poesia”. O compromisso com a qualidade da poesia manteve-se durante os trinta números da publicação. Ao longo dos seus quase vinte e um anos de circulação (Julho de 1980 – Abril de 2001), é um marco de sua excelência. Outras balizas foram atingidas no curso do tempo, levando... (leia mais)

Aricy Curvello




Cãimbra do escrivão, a deficiência, o deficiente e a felicidade.

Como portadora da cãimbra do escrivão, entendo que, a partir do momento que compreendemos, mesmo que em linhas gerais, a natureza biológica do problema e a condição em que a Ciência se encontra diante dele, podemos nos posicionar com atitudes e pensamentos para descobrir formas de sermos felizes, o que, acredito, deveria ser o objetivo principal de cada ser humano. Para sermos felizes, precisamos ser produtivos, fazendo parte da sociedade de maneira contributiva. Li muitos trabalhos científicos até entender bem o que é esta condição e as escolhas que temos diante dela. Talvez por ser bióloga, percebi logo, um ano antes do meu diagnóstico, em meados de 2001, que não era um problema ortopédico. Fui direto a um neurologista, que me encaminhou para outro e para outro... (leia mais)

Maristela Zamoner




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   > Alva xavier

  AUTOR  
 
Alva xavier

Uma baiana apaixonada pela vida, poetisa, graduando em Comunicação Social Publicidade e Propaganda. Inconformada com a desigualdade social e a forma de governo no Brasil. Extremamente sincera. Amo profundamente, respeito absolutamente as pessoas e seu modo de pensar, acordo de madrugada para escrever, escrevo na fila do banco, dentro do ônibus e em qualquer lugar e em qualquer momento que a poesia vem. Acredito em sonhos. Mas quando sonho, acredito na vida, se estou aqui é para viver, cair, aprender, levantar e seguir em frente. Não me dôo pela metade, não sou tua meio amiga, nem teu quase Amor ou sou TUDO ou sou NADA. Não suporto meio termos. Sou inconstante e imprevisível. Não gosto de rotina. Eu amo de verdade aqueles pra quem eu digo isso e me irrito de forma inexplicável quando alguém duvida das minhas Palavras. Nem sempre coloco em prática aquilo que eu julgo certo, mas faço o melhor que posso. Não exijo que me entendam, nem que me aceitem. São poucas as pessoas para quem eu me explico. Palavras até me conquistam temporariamente, mas, atitudes me ganham ou me perdem PARA SEMPRE!