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A EDUCAÇÃO

A EDUCAÇÃO É REALMENTE RESPONSABILIDADE EXCLUSIVA DO GOVERNO? Lendo o discurso de posse do atual Ministro da Educação, Cristovam Buarque, que já antes de sua nomeação havia-me enviado muitos artigos a respeito de seus projetos sociais especialmente dedicados à educação, não posso deixar de pensar nas tantas atividades que vêm sendo desenvolvidas no Brasil independente e paralelamente ao setor público. Atividades, inclusive, que não recebem qualquer apoio financeiro externo além da colaboração voluntária de integrantes, sejam eles pertencentes a grupos religiosos ou simplesmente grupos de amigos conscientes de seu papel social. Se a nossa sociedade tem nos mostrado a urgência de uma reestruturação no sistema de educação, o que se pode fazer de imediato,... (leia mais)

Tânia Gabrielli-Pohlmann




DEUS EX-MACHINA

Gostaria de falar não dum recurso técnico de última hora, ou de mágica inexplicável do computador. Mas sim, de um “Deus que desce por meio de uma máquina”, amorfo, subentendido, perversamente escondido em todas as frases, sons e imagens da violência atual. Tenho me encontrado com um certo “DEUS EX-MACHINA” com freqüência, embora o tente repeli-lo, ele tem insurgido insistentemente em quase tudo que leio, assisto e vejo. É possível demonstrar sua presença atualmente em mais de 80% do que se escreve, filma ou televisiona. Fica difícil explicar à luz da lógica, esta capacidade milagrosa dos “mocinhos”, “heróis” atuais de escaparem ilesos das cenas violentas a que são submetidos. São “Imagens”, “Sons” e “Letras”, que surgem não sei donde;... (leia mais)

Gilmacedo




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   > Osmar Sampaio de Almeida Santos

  AUTOR  
 
Osmar Sampaio de Almeida Santos
Sam Payo Nasceu em São Paulo no começo da Segunda Guerra Mundial, mas não foi responsável por ela. Estudou em escolas públicas toda sua vida. Em 1961 emigrou para o rio Grande do Sul onde se naturalizou gaúcho. Estudou Sociologia, Política, Geologia, Filosofia, Artes Dramáticas e finalmente Medicina. Não completou nenhum desses cursos no Brasil.Em 1964 aproveitou-se dos pacotes turísticas oferecidos pela ditadura militar aos ativistas da UNE, e começou uma grande jornada ao redor do mundo como exilado, asilado, coitado e mal pago. Graças a uma bolsa de estudo ironicamente paga, em última instância, pelo Brasilacabou se formando médico no exterior. Depois de 38 anos de Europa, regressou ao Brasil.Sam Payo é pseudônimo literário do autor que publicou, no Brasil, vários livros de divulgação médico-científica sobre o Trabalho Humano, História, Economia, Política Militar, além de dicionários lingüísticos publicados nos Estados Unidos.  Em virtude dos preços exorbitantes dos livros, da nova política de educação da ditadura e sua censura ferrenha,  Sam Payo, em seu retorno ao Brasil, encontrou  um deserto literário, com poucos e honrosos oásis. Resolveu, então, se dedicar à ficção literária, mas não foi bem aceito pelas editoras filhas da desolação cultural deixada pela ditadura. Seus contos não foram aceitos de imediato, pois tinham começo, meio e fim, e durante os anos ditatoriais só se escrevia sobre temas abstratos e por linhas tortas. O realismo tinha saído da literatura brasileira. Finalmente, Sam Payo foi premiado num concurso de contos da FundArt de Ubatuba, o que o estimulou a experimentar a área de contos estilo europeu e não no estilo de “conto” brasileiro classificado em outros países mais como “crônicas” ou piadas. De certo modo, o estilo dos contos desse livro se classificam mais como “noveletas ou romancezinhos curtos, análogos aos curta metragens do cinema. . Em vez de relatar suas experiências no exterior com as famigeradas “memórias do exílio”, o autor preferiu retratar países estrangeiros através de histórias caricaturas de outras culturas. No terreno literário, ele tem ainda um romance aguardando publicação e outros em preparo.  Sam Payo vive hoje numa cidade tranqüila, de águas quentes, onde, finalmente, encontrou a paz para escrever o que se lhe dá na cabeça.